sábado, 27 de abril de 2013

BRINCADEIRAS

BRINCADEIRAS



Catavento colorido 
que não para de girar
Alegria de criança
 corre, corre sem parar
Lindas bolhas  de sabão 
cheias de cores mil
 voam sempre com o vento
Vida breve em  céu de anil
Pula, pula academia
Até chegar neste céu
Roda, roda o meu pião
Parando sempre no chão
Na poça dágua coloco
Meu barquinho de papel
Mané gostoso que pula
 Vira sempre cambalhota
Menino levado grita
Se  a pipa dá meia volta
Da minha infância recordo
Todas essas brincadeiras
Da corda que eu pulava
Da bola que eu jogava
Dos vestidos das bonecas
Passado sempre presente
Nos netos que estão agora
A brincar na minha frente!

Um comentário:

  1. Este poema são recordações de minha infância nas ruas Prudente de Morais e São Miguel, onde as brincadeiras eram o encanto dessa época de minha vida!

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