BRINCADEIRAS
Catavento colorido
que não
para de girar
Alegria
de criança
corre, corre sem parar
Lindas bolhas
de sabão
cheias de cores mil
voam sempre com o vento
Vida
breve em céu de anil
Pula,
pula academia
Até
chegar neste céu
Roda,
roda o meu pião
Parando
sempre no chão
Na poça
dágua coloco
Meu
barquinho de papel
Mané
gostoso que pula
Vira
sempre cambalhota
Menino
levado grita
Se a
pipa dá meia volta
Da minha
infância recordo
Todas
essas brincadeiras
Da corda
que eu pulava
Da bola
que eu jogava
Dos
vestidos das bonecas
Passado
sempre presente
Nos netos
que estão agora
A brincar
na minha frente!

Este poema são recordações de minha infância nas ruas Prudente de Morais e São Miguel, onde as brincadeiras eram o encanto dessa época de minha vida!
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